A coordenação do PSOL/RN - Partido Socialismo e Liberdade - convida a todos os boasaudenses para participar da reunião de criação da comissão provisória do PSOL em Boa Saúde. O evento será realizado neste sábado, 28 de novembro, às 14 hs, na Câmara Municipal.

A informação foi dada por Josenildo Moisés, um dos integrantes do partido.

O PSOL
O Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) é um partido político brasileiro fundado em julho de 2004. Seu número eleitoral é o 50,[5] suas cores são o vermelho e o amarelo e tem como logotipo principal um sol sorridente desenhado por Ziraldo.

O PSOL foi fundado em 6 de junho de 2004, após a expulsão dos parlamentares Heloísa Helena, Babá, João Fontes e Luciana Genro do Partido dos Trabalhadores (PT). Recebeu apoio de intelectuais socialistas famosos, como do geógrafo Aziz Ab'Saber, do jornalista e ex-deputado Milton Temer, dos sociólogos Francisco de Oliveira e Ricardo Antunes, do economista João Machado, da economista Leda Paulani, dos filósofos Leandro Konder e Paulo Arantes[9] e do cientista político Carlos Nelson Coutinho.

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Unknown disse... 23 de novembro de 2015 17:56

Nossa... Eles vão longe...povo esse partido apóia os corruptos, votaram contra aa diminuição da menor idade penal, são a favor das cotas pra homossexuais (como se homossexuais fossem diferentes dos seres humanos) ... Saoa favor da liberação da maconhae outras.drogas...esse partido defende os marginais... Por favor abram os olhos será que ninguem viu o debate político desse partido... Procurem ver o se.jean Willis ...acordem antes que seja tarde e eles transformem esse paraíso em uma selva de pedra... Aqui no Rio vários policiais foram assassinados e em momento nenhum eles se manifestaram... Mas foi só morrer traficantes que eles buscaram a mídia para acusar a polícia de assassina... Acorda córrego!!

Unknown disse... 23 de novembro de 2015 17:57

Nossa... Eles vão longe...povo esse partido apóia os corruptos, votaram contra aa diminuição da menor idade penal, são a favor das cotas pra homossexuais (como se homossexuais fossem diferentes dos seres humanos) ... Saoa favor da liberação da maconhae outras.drogas...esse partido defende os marginais... Por favor abram os olhos será que ninguem viu o debate político desse partido... Procurem ver o se.jean Willis ...acordem antes que seja tarde e eles transformem esse paraíso em uma selva de pedra... Aqui no Rio vários policiais foram assassinados e em momento nenhum eles se manifestaram... Mas foi só morrer traficantes que eles buscaram a mídia para acusar a polícia de assassina... Acorda córrego!!

PSOL disse... 27 de novembro de 2015 23:13

Tá difícil quem tá comentando? Já que falou tudo isto deveria expôr sua identidade, só assim teria credibilidade.

Anônimo disse... 27 de novembro de 2015 23:58

Vamos a um breve histórico pra quem não conhece....
CPI das milícias Editar
Em 2008, foi instalada a CPI das Milícias na Assembleia Legislativa fluminense, presidida pelo deputado estadual Marcelo Freixo do PSOL.[21] Diversos políticos foram intimados a depor diante desta CPI, sendo acusados de envolvimento com milicianos, entre os quais os vereadores/candidatos a vereador Nadinho de Rio das Pedras, Cristiano Girão, Deco e Doen, além da deputada Marina Maggessi e do deputado e ex-secretário de segurança Marcelo Itagiba.[22] [23]

O deputado do PSOL Marcelo Freixo inspirou o personagem Diogo Fraga, o deputado do bem do filme Tropa de Elite 2.

PSOL disse... 28 de novembro de 2015 00:01
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 00:03

Editar
O PSOL participou do ato público organizado pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE), em Brasília. O movimento trabalhou mais de um ano para coletar 1,3 milhão assinaturas (1% do eleitorado nacional) nos 26 estados da federação e no Distrito Federal. A Campanha visava enviar à Câmara dos Deputados um projeto de lei de iniciativa popular. Os manifestantes entregaram, ao presidente da Câmara Michel Temer, um documento que contou com 1,5 milhão de assinaturas em apoio a esse projeto.

O Projeto de Lei, de iniciativa Popular, conhecido como "Ficha Limpa" (PLP 518/09), torna inelegíveis candidatos que tiveram condenação por crimes graves. A proposta estabelece novos parâmetros de inelegibilidade, visando maior qualificação no quadro de candidatos nas eleições.

Reconduzido ao cargo de líder do PSOL, o deputado Ivan Valente (SP) apresentou uma emenda ao projeto para evitar que integrantes de movimentos sociais condenados na Justiça se tornem inelegíveis. Para ele, uma pessoa que participa de greve ou de luta no campo não pode ser equiparada "a quem roubou milhões".

Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 00:05

CPI da Dívida Pública Editar
Em 19 de agosto de 2009, o PSOL, através do deputado Ivan Valente, conseguiu a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Dívida Pública da União, estados e municípios.[30] O deputado Ivan Valente (PSOL/SP), foi eleito segundo vice-presidente da CPI. Durante as investigações, o PSOL apresentou dados e questionou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, sobre o processo de endividamento interno e externo do Brasil em audiência pública. De acordo com o partido, o resultado da política econômica brasileira é a destinação de R$ 380 bilhões para pagamentos de juros e amortizações da dívida pública, o que representou 36% do orçamento de 2009 – recursos que, de acordo com o PSOL, deveriam ser investidos em infra-estrutura, geração de emprego e renda, melhoria na saúde pública e por um sistema nacional de educação gratuito e de qualidade.

O Partido apontou que a dívida pública tem um histórico de contradições e injustiças que se reflete no fato de o país ter reservas internacionais, mas que foram adquiridas com emissão de títulos públicos e juros altíssimos. Para o PSOL, o problema é que a dívida externa foi transformada em dívida interna de R$ 2 trilhões. Uma das medidas para esta transformação, afirmou, foi a liberalização dos fluxos de capitais, atropelando a Lei 4.131, de 1962.

Outro ponto criticado por Ivan Valente, foi a prevalência no Brasil de juros sobre juros, mecanismo chamado de anatocismo, condenado pelo Supremo Tribunal Federal. Sobre os juros altos, o deputado afirmou que sempre o beneficiário é o mercado. Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) da década de 1990, por exemplo, ocupam hoje cargos em bancos privados.

O deputado do PSOL cobrou também o envio de documentos por parte do Ministério da Fazenda e do Banco Central à CPI, solicitados por requerimentos, como o perfil dos detentores dos títulos públicos. Ele criticou ainda a edição da Medida Provisória 435, que permitiu a emissão de títulos do tesouro, sem limites, para que o BC possa fazer política monetária.

Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 00:06

CPI da Dívida Pública Editar
Em 19 de agosto de 2009, o PSOL, através do deputado Ivan Valente, conseguiu a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Dívida Pública da União, estados e municípios.[30] O deputado Ivan Valente (PSOL/SP), foi eleito segundo vice-presidente da CPI. Durante as investigações, o PSOL apresentou dados e questionou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, e o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, sobre o processo de endividamento interno e externo do Brasil em audiência pública. De acordo com o partido, o resultado da política econômica brasileira é a destinação de R$ 380 bilhões para pagamentos de juros e amortizações da dívida pública, o que representou 36% do orçamento de 2009 – recursos que, de acordo com o PSOL, deveriam ser investidos em infra-estrutura, geração de emprego e renda, melhoria na saúde pública e por um sistema nacional de educação gratuito e de qualidade.

O Partido apontou que a dívida pública tem um histórico de contradições e injustiças que se reflete no fato de o país ter reservas internacionais, mas que foram adquiridas com emissão de títulos públicos e juros altíssimos. Para o PSOL, o problema é que a dívida externa foi transformada em dívida interna de R$ 2 trilhões. Uma das medidas para esta transformação, afirmou, foi a liberalização dos fluxos de capitais, atropelando a Lei 4.131, de 1962.

Outro ponto criticado por Ivan Valente, foi a prevalência no Brasil de juros sobre juros, mecanismo chamado de anatocismo, condenado pelo Supremo Tribunal Federal. Sobre os juros altos, o deputado afirmou que sempre o beneficiário é o mercado. Os membros do Comitê de Política Monetária (Copom) da década de 1990, por exemplo, ocupam hoje cargos em bancos privados.

O deputado do PSOL cobrou também o envio de documentos por parte do Ministério da Fazenda e do Banco Central à CPI, solicitados por requerimentos, como o perfil dos detentores dos títulos públicos. Ele criticou ainda a edição da Medida Provisória 435, que permitiu a emissão de títulos do tesouro, sem limites, para que o BC possa fazer política monetária.

Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 00:07

ontra o trabalho escravo Editar
Em 5 de fevereiro de 2009, o presidente da Subcomissão Temporária de Combate ao Trabalho Escravo, senador José Nery (PSOL-PA),[40] [41] solicitou ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer, prioridade na tramitação da proposta de emenda à Constituição do Trabalho Escravo (PEC 438/01). Senadores integrantes da subcomissão, que funciona no âmbito da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), bem como deputados que defendem a causa e representantes da Frente Nacional de Combate ao Trabalho Escravo acompanharam José Nery. O senador disse que em 2008 esteve com o então presidente da Câmara Arlindo Chinaglia em duas oportunidades, quando pediu o empenho daquela Casa na aprovação da PEC.

Em 2009, ressaltou ainda o senador, os parlamentares que defendem a erradicação do trabalho escravo criaram a Comissão Parlamentar Mista de Erradicação do Trabalho Escravo para fortalecer os esforços feitos pelas organizações e entidades da sociedade civil. Para dar encaminhamento a essa proposta as assinaturas necessárias foram coletadas.

A PEC 438/01, que prevê confisco de terras em que sejam encontrados trabalhadores em condição comparável à de escravo, já foi aprovada pelo Senado em dois turnos de votação e encaminhada à Câmara dos Deputados. Naquela Casa, a matéria foi aprovada em primeiro turno e aguarda o segundo turno desde 2004.

Em 16 de Abril de 2010, foi realizada audiência pública sobre o tema na cidade de Campos dos Goytacazes. Os participantes da cerimônia, presidida por Marcelo Freixo (PSOL), formaram um Grupo de Trabalho e listaram os próximos encaminhamentos. Entre eles, a realização de audiência pública em Brasília, solicitada pelo deputado federal Chico Alencar. Campos é a cidade recordista no Brasil em incidência de trabalho escravo.

Em 26 de maio de 2010, a Frente Parlamentar Mista pela Erradicação do Trabalho Escravo, presidida pelo senador José Nery (PSOL-PA), entregou ao Presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), abaixo-assinado pela aprovação da PEC 438. O projeto prevê o confisco de áreas urbanas ou rurais onde for comprovada a prática de trabalho análogo à escravidão. Na comitiva, o Ministro do Trabalho, Carlos Lupi, o Secretário Especial de Direitos Humanos, Paulo Vannuchi, a relatora da ONU sobre Formas Contemporâneas de Escravidão, Gulnara Shahinian, os atores Wagner Moura e Sérgio Mamberti, representantes de movimentos sociais e outros parlamentares.

Mais de 280 mil assinaturas foram coletadas em favor da Proposta de Emenda Constitucional (PEC 438/01). A expectativa do senador José Nery (PSOL-PA) comunicada ao Plenário e às entidades ligadas aos direitos humanos e à luta por melhorias sociais era que a PEC contra o trabalho escravo fosse aprovada ainda em 2010.[42]

Em sua primeira reunião do ano, a Frente Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo definiu em 11 de janeiro de 2011 uma agenda de ações destinadas a impulsionar a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 438/01, que prevê o confisco de terras onde for explorado trabalho escravo.

Presidente da Frente, o senador José Nery (PSOL-PA) reuniu em seu gabinete os senadores eleitos Marinor Brito (PSOL-PA) e Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) e integrantes das entidades que formam o grupo. Entre elas estão associações de magistrados, procuradores, atletas, trabalhadores, além de organismos que lutam pelo respeito aos direitos humanos.

PSOL disse... 28 de novembro de 2015 00:17

O que o PSOL tem pra corrupto>>>>>>


Parlamentares do PSOL, Rede, PPS, PSB, DEM e PSDB entregaram, nesta quarta-feira (25), na Procuradoria Geral da República (PGR) ofício que lista as atitudes do deputado Eduardo Cunha no comando da Presidência da Câmara em benefício próprio. O objetivo é o afastamento de Cunha da função de presidente da Casa.

“Ele representa a instabilidade, o atraso da representação popular. A sua arrogância é o que o faz querer se manter no cargo”, resumiu o líder do PSOL, deputado Chico Alencar.

Os deputados Edmilson Rodrigues e Ivan Valente também estiveram presentes. Para os parlamentares, Cunha utiliza, há meses, a função de presidente para benefício próprio: representações no Conselho de Ética e Corregedoria contra seus adversários (utilizando-se de seus aliados), protelação do processo contra si no Conselho e perseguição a servidores que teriam agido contra seus interesses.

Chico na PGR - 25-11-15Em ofício de seis páginas, os partidos pedem que sejam tomadas as medidas cabíveis, diante dos fatos listados e exemplificados relativos às ações de Eduardo Cunha:

“I – A exoneração de diretores tem se tornado uma prática constante quando, mesmo se tratando de procedimentos rotineiros, por algum motivo, os interesses da defesa do Deputado–Presidente, nas investigações de que é alvo, são contrariados;

II – Outra ação de grande relevância configura-se na retaliação perpetrada pela Presidência da Casa aos membros da bancada do PSOL;

III – Cumpre salientar que desde antes do oferecimento da denúncia por esta Procuradoria-Geral ao Supremo Tribunal Federal, pode ser verificada uma série de medidas que evidenciam, a nosso ver, a utilização da Presidência da Câmara com a finalidade de favorecer a defesa de Eduardo Cunha”, entre elas, a contratação da empresa Kroll, intimidação a delatores da Lava Jato, declaração da advogada Beatriz Catta Preta e a utilização por Eduardo Cunha da reunião do Colégio de Líderes para prestar a falsa informação;

“IV – No dia 19 de novembro último, pela manhã, o Conselho de Ética deu início a uma sessão para analisar o relatório que resultaria na votação pela admissibilidade do Requerimento de afastamento do cargo e cassação de mandato do Deputado Eduardo Cunha”. Neste item são relatadas as manobras protelatórias, por aliados de Cunha, na reunião do Conselho, a tentativa de anular o Colegiado e o protesto dos parlamentares contrários.

Fonte: Liderança do PSOL na Câmara

PSOL disse... 28 de novembro de 2015 00:18

O que o PSOL tem pra corrupto>>>>>>


Parlamentares do PSOL, Rede, PPS, PSB, DEM e PSDB entregaram, nesta quarta-feira (25), na Procuradoria Geral da República (PGR) ofício que lista as atitudes do deputado Eduardo Cunha no comando da Presidência da Câmara em benefício próprio. O objetivo é o afastamento de Cunha da função de presidente da Casa.

“Ele representa a instabilidade, o atraso da representação popular. A sua arrogância é o que o faz querer se manter no cargo”, resumiu o líder do PSOL, deputado Chico Alencar.

Os deputados Edmilson Rodrigues e Ivan Valente também estiveram presentes. Para os parlamentares, Cunha utiliza, há meses, a função de presidente para benefício próprio: representações no Conselho de Ética e Corregedoria contra seus adversários (utilizando-se de seus aliados), protelação do processo contra si no Conselho e perseguição a servidores que teriam agido contra seus interesses.

Chico na PGR - 25-11-15Em ofício de seis páginas, os partidos pedem que sejam tomadas as medidas cabíveis, diante dos fatos listados e exemplificados relativos às ações de Eduardo Cunha:

“I – A exoneração de diretores tem se tornado uma prática constante quando, mesmo se tratando de procedimentos rotineiros, por algum motivo, os interesses da defesa do Deputado–Presidente, nas investigações de que é alvo, são contrariados;

II – Outra ação de grande relevância configura-se na retaliação perpetrada pela Presidência da Casa aos membros da bancada do PSOL;

III – Cumpre salientar que desde antes do oferecimento da denúncia por esta Procuradoria-Geral ao Supremo Tribunal Federal, pode ser verificada uma série de medidas que evidenciam, a nosso ver, a utilização da Presidência da Câmara com a finalidade de favorecer a defesa de Eduardo Cunha”, entre elas, a contratação da empresa Kroll, intimidação a delatores da Lava Jato, declaração da advogada Beatriz Catta Preta e a utilização por Eduardo Cunha da reunião do Colégio de Líderes para prestar a falsa informação;

“IV – No dia 19 de novembro último, pela manhã, o Conselho de Ética deu início a uma sessão para analisar o relatório que resultaria na votação pela admissibilidade do Requerimento de afastamento do cargo e cassação de mandato do Deputado Eduardo Cunha”. Neste item são relatadas as manobras protelatórias, por aliados de Cunha, na reunião do Conselho, a tentativa de anular o Colegiado e o protesto dos parlamentares contrários.

Fonte: Liderança do PSOL na Câmara

Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 00:24

http://m.folha.uol.com.br/poder/2015/10/1691618-psol-vai-entrar-com-pedido-de-cassacao-de-cunha-na-terca.shtml?mobile

João Maria disse... 28 de novembro de 2015 00:26

A favor da corrupção tá é certo... Vai ler.

João Maria disse... 28 de novembro de 2015 00:38

Se ela ainda se mantém defendendo programas sociais para melhorar a qualidade de vida dos que estão no andar de baixo, investimentos do Estado para alavancar a economia nacional e resiste a cortes de direitos trabalhistas, pode-se dizer que é mais canhoto.

É claro que há muitos embusteiros por aí. E que se colocam como defensores de algo que não acreditam e nem praticam, mas a regra com suas exceções ajuda na classificação de lados.

Hoje, porém, não basta se posicionar apenas nesses macro contextos. É preciso ir além para afirmar e se firmar como referência moderna no debate.

FHC começou como um político de centro-esquerda e hoje está mais para alguém da direita clássica. Ou seja, defende na economia posições ortodoxas, mas tem abertura para dialogar sobre outros aspectos, como na defesa do direitos humanos, questões ambientais e legalização da maconha.

Essa direita clássica no Brasil está sendo encurralada pela direita de costumes. E isso não acontece só no Brasil. O Tea Party, por exemplo, está dando um suadouro danado nos republicanos mais civilizados.

O PSDB não sabe o que fazer com o MBL e os revoltados da vida. E acaba que escolhe o Coronel Telhada para a Comissão de Direitos Humanos da Alesp e deixa um José Gregori falando sozinho.

Lula surgiu não como uma liderança de esquerda, mas como um legítimo representante da classe trabalhadora. O peão do início dos anos 80 foi mudando aos poucos e em 89 fez uma campanha de esquerda.

Hoje, Lula é a maior liderança política do Brasil e seus posicionamentos passeiam pela centro-esquerda.

Recentemente ele deu declarações defendendo o debate para legalizar a maconha no Brasil.

Certamente Lula sabe o quão importante é esse seu posicionamento. E também deve saber que isso pode ser a prancha encontrada no mar depois de uma tsunami.

Só um tema poderia tirar a sociedade brasileira da mesquinharia que esse Congresso reacionário quer nos colocar. Só um tema poderia fazer o Brasil retomar uma agenda mais progressista. Só um tema poderia colocar sentado na mesma mesa dois ex-presidentes da República com a capacidade de interlocução que têm FHC e Lula. Só um tema não teria oposição da Rede Globo e nem da blogosfera progressista. Só um tema isolaria os facistas que defendem o Estado policial e negam os direitos humanos.

A defesa da legalização da maconha é o tema da vez. Ele tem um potencial de reposicionar as peças na política brasileira de uma forma civilizatória.

Ele faria com que Malafaia, Bolsonaro, Feliciano, Cunha e outros voltassem para o seu campo e o seu canto.

E articularia uma nova mesa de construção política entre aqueles que mesmo defendendo posicionamentos à direita ou à esquerda não estão querendo tornar o Brasil um país de fundamentalistas.

A luta pela legalização da maconha deveria ser o primeiro ponto de pauta dos que acreditam na democracia. Um pauta que nos levasse a marchar juntos com a juventude que vai hoje pras ruas defender essa posição. Uma pauta que tirasse o PT e parte do PSDB da mesquinharia política.

Poderia se construir uma palavra de ordem: maconheiros de todo o mundo uni-vos. E seria muita gente.

Mas é muito maior do que isso. É muito mais amplo que isso.

Defender a legalização da maconha ultrapassa a dimensão do uso da droga. É uma luta civilizatória. Que coloca de um lado aqueles que se locupletam com a proibição e gente que não tem ideia do quão isso é deletério para o seu dia a dia. E coloca do outro aqueles que a despeito de não quererem fazer a cabeça com qualquer tipo de alucinógeno sabem que um Estado democrático não se constrói com proibições. E perseguições.

Por fim, outro dia ouvi de uma das principais lideranças petistas numa conversa reservada que o risco de alguém morrer por maconha é só se um caminhão lotado com a droga o atropelar.

Pois é, mais um motivo para o PT ir conversar com FHC. E organizar uma frente ampla de defesa da legalização. Seria lindo. E renovaria a política no Brasil.

Ana Lúcia disse... 28 de novembro de 2015 00:51

A Marcha Nacional das Mulheres Negras – contra o Racismo, a Violência e pelo Bem Viver, que reuniu cerca de 15 mil pessoas, seguia pacificamente desde seu início (do Estádio Nacional Mané Garrincha até o Congresso, um percurso de quase cinco quilômetros). Ao chegarem na frente do sede do Poder Legislativo federal foram agredidas por integrantes do Movimento Brasil Livre (MBL) – bombas caseiras e até tiros para o alto. A Polícia Militar deteve o policial civil que fez os disparos com arma calibre 40, mas não revistou o acampamento para verificar se haveriam outras armas e bombas.

O deputado Edmilson Rodrigues foi um dos primeiros a chegar ao local e pode ver a hostilidade do MBL (que exibia explosivos) e o despreparo da PM (que jogou gás de pimenta nas integrantes da Marcha e em parlamentares). Ao voltar para o plenário da Câmara – após a confusão ser desfeita e a Marcha ter continuidade – Edmilson cobrou posicionamento do presidente do Congresso, senador Renan Calheiros.

“Eles continuam lá mostrando explosivos que são capazes de arrancar uma mão. O deputado Ivan tem a prova: dois projetéis de calibre 40. O policial foi preso semana passada e também essa semana. Uma provocação inominável. Todos têm direito de se manifestar. Mas armados não dá. Temos a obrigação de garantir a ordem democrática. Ninguém tem o direito de afrontar as pessoas dessa maneira. Muito menos de portar arma em praça pública”, denunciou Edmilson.

O deputado Ivan Valente mostrou as cápsulas dos projéteis disparados e cobrou do presidente Renan investigação sobre o acontecido e adoção de medidas necessárias para punir os responsáveis. “Não é possível desrespeitar movimento social”, afirmou. “Infelizmente, um ato de cidadania, a Marcha, sofreu uma agressão por parte de provocadores fascistas armados que faziam parte do ‘acampamento’ que pede a volta do regime militar no país. Uma demonstração de que esses setores antidemocráticos e fascistas são tão violentos quando o regime militar que eles reivindicam. Mas para além do repúdio aos provocadores, queremos aqui parabenizar as mulheres negras pela sua força e disposição de luta”.

O deputado Chico Alencar também se manifestou no plenário em solidariedade às integrantes da Marcha. “Vamos punir os responsáveis pelas bombas contra a democracia. Um ataque fascista. Quem joga bomba em cima dessa marcha está querendo restabelecer a escravidão, a argola, ferro, chibata e pau”.

Em sua página no Facebook, o deputado Jean Wyllys disse: “Esse é o retrato de um país opressor, violento, machista e desigual que se recusa a mudar. Até quando as autoridades públicas ficarão silentes em relação à ação destes grupos? Até quando o governo federal irá se apequenar e tolerar que mulheres negras, índios, a comunidade LGBT, as pessoas com deficiência, adolescentes em situação de risco, e tantas minorias sejam aviltadas diariamente em nosso País e dentro do Congresso Nacional?”.

Fonte: Liderança

Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 00:56

Ivan valenteHavia até então um enorme interesse em acelerar a tramitação do documento que promete ser muitíssimo pior que o já terrível Novo Código Florestal. Resta saber agora se após a tragédia de Mariana (MG) esta cruzada pela ampliação da mineração e redução dos direitos pelos atingidos por esta atividade continuará com a mesma força de antes.

O mínimo que a sociedade espera é que esta tragédia obrigue o parlamento e o governo federal a serem mais criteriosos e exigentes na regulamentação da atividade de mineração no país, em razão de seu grande potencial de devastação do meio ambiente e de vidas humanas.

Nosso mandato atua também nesse tema e já apresentou vários requerimentos na Comissão Especial que discute o novo código da mineração, inclusive para visitar as áreas diretamente impactadas – pedido que não foi apreciado pela Comissão.

Também denunciamos, constantemente, a captura da Comissão pelo financiamento empresarial das grandes mineradoras. De acordo com documento do IBASE, em 2010, a Vale doou mais de R$ 29 mi para diversos partidos (http://www.oeco.org.br/…/27451-ibase-lanca-publicacao-quem…/).

Desde 2010, nosso mandato denuncia os abusos e crimes cometidos pela Vale. Leia o pronunciamento feito na tribuna da Câmara sobre este tema: http://www.ivanvalente.com.br/em-defesa-da-luta-dos-atingi…/.

“Como afirma o próprio movimento, a propaganda da Vale diz que a empresa é brasileira e que trabalha para promover o desenvolvimento sustentável do país. Mas as bonitas imagens omitem sua face oculta onde a Vale está presente. A exploração de minério e outras atividades da cadeia de siderurgia têm causado, por exemplo, sérios impactos sobre o meio ambiente e a vida das pessoas. As agressões vão da poluição das águas com produtos químicos, com intervenção direta na destruição de aquíferos e rebaixamento de lençóis freáticos, à produção de enormes volumes de resíduos e emissão de dióxido de carbono na atmosfera”.

Não por acaso a Vale está no Hall da Vergonha do Public Eyes People`s, por ter sido eleita em 2012 como a pior empresa do mundo justamente em decorrência do seu histórico de negligências com direitos humanos e o meio ambiente. Um título que envergonha nosso país em mais este momento de perda e dor dos desabrigados e familiares das vítimas e desaparecidos da tragédia de Mariana (MG).

#‎SamarcoNaoFoiAcidente
#‎AVidaAcimaDoLucro

Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 01:05

Com 19.809 votos, Jean Wyllys foi o deputado mais bem avaliado pelo público no Prêmio Congresso em Foco 2015. Esta é a terceira edição do prêmio em que o deputado pelo Rio de Janeiro recebe a homenagem. Ele foi o deputado mais votado nas edições de 2013 e 2012.

Ao receber o prêmio, Jean Wyllys destacou que é muito significativo que a população ainda escolha parlamentares que lutam pelos direitos humanos e pelo combate à corrupção, mesmo em cenário político em que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é “denunciado formalmente pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção”.

“A partir desses valores passamos uma mensagem positiva sobre a política. A vitória é nossa”, disse ele.

Além da premiação na categoria geral, Jean Wyllys também foi o mais votado na categoria “Parlamentares de Futuro”, que homenageou deputados e senadores com menos de 45 anos, “Defesa da Cidadania e da Justiça Social”, e foi o segundo deputado mais bem avaliado pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Baiano de Alagoinhas, 41 anos, Jean Wyllys é conhecido por militar na defesa da educação e dos direitos humanos e das minorias, como os homossexuais e transgêneros.

Prêmio

O Prêmio Congresso em Foco 2015 é patrocinado pela Ambev e pela Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb).

Conta com o apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef), do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF (Anape), do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) e das quatro entidades que integram o Ciclo de Gestão do Poder Executivo Federal: a Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp), a Associação dos Analistas de Comércio Exterior (AACE), a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor) e a Associação dos Servidores do Ipea (Afipea).

O projeto tem ainda o apoio da Vintage, do Hotel Meliá e da Gráfica Coronário, além da parceria institucional do site Vote na Web, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), da Federação Brasileira de Associação de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) e da Agência Radioweb.

Veja a relação dos demais deputados premiados:

Colocação Deputado Partido UF Votos
2 Chico Alencar PSOL RJ 17686
3 Eduardo Bolsonaro PSC SP 16257
4 Ivan Valente PSOL SP 12405
5 Edmilson Rodrigues PSOL PA 6913
6 Onyx Lorenzoni DEM RS 4262
7 Jandira Feghali PCdoB RJ 4162
8 Domingos Sávio PSDB MG 3548
9 Carlos Sampaio PSDB SP 3377
10 Arnaldo Faria de Sá PTB SP 3322
11 Maria do Rosário PT RS 3306
12 Celso Russomanno PRB SP 3262
13 Tiririca PR SP 3180
14 Alessandro Molon PT RJ 3015
15 Fernando Francischini SD PR 2409
16 Delegado Waldir PSDB GO 2022
17 Pastor Eurico PSB PE 1988
18 Luiza Erundina PSB SP 1869
19 Mendonça Filho DEM PE 1863
20 Antonio Imbassahy PSDB

João Mesquita disse... 28 de novembro de 2015 01:07

Com 19.809 votos, Jean Wyllys foi o deputado mais bem avaliado pelo público no Prêmio Congresso em Foco 2015. Esta é a terceira edição do prêmio em que o deputado pelo Rio de Janeiro recebe a homenagem. Ele foi o deputado mais votado nas edições de 2013 e 2012.

Ao receber o prêmio, Jean Wyllys destacou que é muito significativo que a população ainda escolha parlamentares que lutam pelos direitos humanos e pelo combate à corrupção, mesmo em cenário político em que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é “denunciado formalmente pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção”.

“A partir desses valores passamos uma mensagem positiva sobre a política. A vitória é nossa”, disse ele.

Além da premiação na categoria geral, Jean Wyllys também foi o mais votado na categoria “Parlamentares de Futuro”, que homenageou deputados e senadores com menos de 45 anos, “Defesa da Cidadania e da Justiça Social”, e foi o segundo deputado mais bem avaliado pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Baiano de Alagoinhas, 41 anos, Jean Wyllys é conhecido por militar na defesa da educação e dos direitos humanos e das minorias, como os homossexuais e transgêneros.

Prêmio

O Prêmio Congresso em Foco 2015 é patrocinado pela Ambev e pela Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb).

Conta com o apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef), do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF (Anape), do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) e das quatro entidades que integram o Ciclo de Gestão do Poder Executivo Federal: a Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp), a Associação dos Analistas de Comércio Exterior (AACE), a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor) e a Associação dos Servidores do Ipea (Afipea).

O projeto tem ainda o apoio da Vintage, do Hotel Meliá e da Gráfica Coronário, além da parceria institucional do site Vote na Web, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), da Federação Brasileira de Associação de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) e da Agência Radioweb.

Veja a relação dos demais deputados premiados:

Colocação Deputado Partido UF Votos
2 Chico Alencar PSOL RJ 17686
3 Eduardo Bolsonaro PSC SP 16257
4 Ivan Valente PSOL SP 12405
5 Edmilson Rodrigues PSOL PA 6913
6 Onyx Lorenzoni DEM RS 4262
7 Jandira Feghali PCdoB RJ 4162
8 Domingos Sávio PSDB MG 3548
9 Carlos Sampaio PSDB SP 3377
10 Arnaldo Faria de Sá PTB SP 3322
11 Maria do Rosário PT RS 3306
12 Celso Russomanno PRB SP 3262
13 Tiririca PR SP 3180
14 Alessandro Molon PT RJ 3015
15 Fernando Francischini SD PR 2409
16 Delegado Waldir PSDB GO 2022
17 Pastor Eurico PSB PE 1988
18 Luiza Erundina PSB SP 1869
19 Mendonça Filho DEM PE 1863
20 Antonio Imbassahy PSD

Lagoa da onça disse... 28 de novembro de 2015 01:09

Com 19.809 votos, Jean Wyllys foi o deputado mais bem avaliado pelo público no Prêmio Congresso em Foco 2015. Esta é a terceira edição do prêmio em que o deputado pelo Rio de Janeiro recebe a homenagem. Ele foi o deputado mais votado nas edições de 2013 e 2012.

Ao receber o prêmio, Jean Wyllys destacou que é muito significativo que a população ainda escolha parlamentares que lutam pelos direitos humanos e pelo combate à corrupção, mesmo em cenário político em que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é “denunciado formalmente pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção”.

“A partir desses valores passamos uma mensagem positiva sobre a política. A vitória é nossa”, disse ele.

Além da premiação na categoria geral, Jean Wyllys também foi o mais votado na categoria “Parlamentares de Futuro”, que homenageou deputados e senadores com menos de 45 anos, “Defesa da Cidadania e da Justiça Social”, e foi o segundo deputado mais bem avaliado pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Baiano de Alagoinhas, 41 anos, Jean Wyllys é conhecido por militar na defesa da educação e dos direitos humanos e das minorias, como os homossexuais e transgêneros.

Prêmio

O Prêmio Congresso em Foco 2015 é patrocinado pela Ambev e pela Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb).

Conta com o apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef), do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF (Anape), do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) e das quatro entidades que integram o Ciclo de Gestão do Poder Executivo Federal: a Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp), a Associação dos Analistas de Comércio Exterior (AACE), a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor) e a Associação dos Servidores do Ipea (Afipea).

O projeto tem ainda o apoio da Vintage, do Hotel Meliá e da Gráfica Coronário, além da parceria institucional do site Vote na Web, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), da Federação Brasileira de Associação de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) e da Agência Radioweb.

Veja a relação dos demais deputados premiados:

Colocação Deputado Partido UF Votos
2 Chico Alencar PSOL RJ 17686
3 Eduardo Bolsonaro PSC SP 16257
4 Ivan Valente PSOL SP 12405
5 Edmilson Rodrigues PSOL PA 6913
6 Onyx Lorenzoni DEM RS 4262
7 Jandira Feghali PCdoB RJ 4162
8 Domingos Sávio PSDB MG 3548
9 Carlos Sampaio PSDB SP 3377
10 Arnaldo Faria de Sá PTB SP 3322
11 Maria do Rosário PT RS 3306
12 Celso Russomanno PRB SP 3262
13 Tiririca PR SP 3180
14 Alessandro Molon PT RJ 3015
15 Fernando Francischini SD PR 2409
16 Delegado Waldir PSDB GO 2022
17 Pastor Eurico PSB PE 1988
18 Luiza Erundina PSB SP 1869
19 Mendonça Filho DEM PE 1863
20 Antonio Imbassahy PSDB

Francisca Félix disse... 28 de novembro de 2015 01:13

Com 19.809 votos, Jean Wyllys foi o deputado mais bem avaliado pelo público no Prêmio Congresso em Foco 2015. Esta é a terceira edição do prêmio em que o deputado pelo Rio de Janeiro recebe a homenagem. Ele foi o deputado mais votado nas edições de 2013 e 2012.

Ao receber o prêmio, Jean Wyllys destacou que é muito significativo que a população ainda escolha parlamentares que lutam pelos direitos humanos e pelo combate à corrupção, mesmo em cenário político em que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é “denunciado formalmente pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção”.

“A partir desses valores passamos uma mensagem positiva sobre a política. A vitória é nossa”, disse ele.

Além da premiação na categoria geral, Jean Wyllys também foi o mais votado na categoria “Parlamentares de Futuro”, que homenageou deputados e senadores com menos de 45 anos, “Defesa da Cidadania e da Justiça Social”, e foi o segundo deputado mais bem avaliado pelos jornalistas que cobrem o Congresso Nacional.

Baiano de Alagoinhas, 41 anos, Jean Wyllys é conhecido por militar na defesa da educação e dos direitos humanos e das minorias, como os homossexuais e transgêneros.

Prêmio

O Prêmio Congresso em Foco 2015 é patrocinado pela Ambev e pela Associação Nacional dos Funcionários do Banco do Brasil (Anabb).

Conta com o apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), da Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), da Associação Nacional dos Defensores Públicos Federais (Anadef), do Sindicato Nacional dos Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), da Associação Nacional dos Procuradores dos Estados e do DF (Anape), do Sindicato dos Médicos do Distrito Federal (SindMédico-DF) e das quatro entidades que integram o Ciclo de Gestão do Poder Executivo Federal: a Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp), a Associação dos Analistas de Comércio Exterior (AACE), a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Planejamento e Orçamento (Assecor) e a Associação dos Servidores do Ipea (Afipea).

O projeto tem ainda o apoio da Vintage, do Hotel Meliá e da Gráfica Coronário, além da parceria institucional do site Vote na Web, do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Distrito Federal (SJPDF), da Federação Brasileira de Associação de Fiscais de Tributos Estaduais (Febrafite) e da Agência Radioweb.

Veja a relação dos demais deputados premiados:

Colocação Deputado Partido UF Votos
2 Chico Alencar PSOL RJ 17686
3 Eduardo Bolsonaro PSC SP 16257
4 Ivan Valente PSOL SP 12405
5 Edmilson Rodrigues PSOL PA 6913
6 Onyx Lorenzoni DEM RS 4262
7 Jandira Feghali PCdoB RJ 4162
8 Domingos Sávio PSDB MG 3548
9 Carlos Sampaio PSDB SP 3377
10 Arnaldo Faria de Sá PTB SP 3322
11 Maria do Rosário PT RS 3306
12 Celso Russomanno PRB SP 3262
13 Tiririca PR SP 3180
14 Alessandro Molon PT RJ 3015
15 Fernando Francischini SD PR 2409
16 Delegado Waldir PSDB GO 2022
17 Pastor Eurico PSB PE 1988
18 Luiza Erundina PSB SP 1869
19 Mendonça Filho DEM PE 1863
20 Antonio Imbassahy PSD

Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 01:14

vembro de 2015
PSOL destaca prisão de senador do PT e prevê queda de CunhaPSOL destaca prisão de senador do PT e prevê queda de Cunha
Integrante do partido que liderou no Congresso Nacional a representação no Conselho de Ética contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, o presidente estadual do PSOL, Fabiano Galdino, comentou nas redes sociais sobre a prisão do senador Delcídio Amaral (PT), pela Polícia Federal, ocorrida na última quarta-feira.


De acordo com Fabiano Galdino, os fatos decorrentes da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, e em especial, o da prisão de um senador, são eventos históricos para o país e previu a queda do presidente da Câmara. “A prisão do senador petista é mais um capítulo de atuação da Justiça para combater os comportamentos infracionais. Desta vez, fica mais evidente que a operação Lava Jato produzirá novos capítulos dignos de um filme de grande repercussão”, postou em seu perfil no twiter.


“A decisão do senado sobre a questão da prisão do senador Amaral foi, de certa forma, surpreendente. A queda do Eduardo Cunha será, inevitavelmente, uma questão de tempo”, ressaltou.


O dirigente do PSOL também considerou estranha a nota assinada pelo presidente nacional do PT, Rui Falcão, diante dos últimos acontecimentos envolvendo o senador petista Delcídio Amaral. “Essa nota do PT sobre a prisão do senador Amaral se justifica: lavou as mãos a pedir desfecho legal ao caso”, ironizou. “O risco é se o senador Amaral souber mais do que pensa a nossa vã filosofia”, finalizou.

Lucas disse... 28 de novembro de 2015 01:16

Estamos chegando somos PSOL

Júlia disse... 28 de novembro de 2015 01:18

Na rua fogo terá PSOL.

Paulo Ferreira disse... 28 de novembro de 2015 01:20

No guarani terá PSOL, vamos com tudo. Venha pró PSOL.

Anônimo disse... 28 de novembro de 2015 08:23

Ipueiras e limoeiro com PSOL

Alexsandro disse... 28 de novembro de 2015 20:50

PSOL criado com sucesso!!!!

 
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