A Pecuária em Boa Saúde

A criação de gado, como nos referimos antes, começou no agreste para depois se expandir, atingindo regiões mais distantes, contribuindo para o povoamento do sertão e o crescimento da economia do Estado.

No começo do povoamento de Boa Saúde e redondezas, algumas fazendas de gado se estabeleceram, cedendo espaço, também, à agricultura. Adquirida a terra, inicialmente, através do sistema de data, depois de acostumar o gado ao novo pasto, cabia ao vaqueiro amansar e ferrar os bezerros, curar bicheiras, extinguir cobras e morcegos, cavar cacimbas e bebedouros na falta de poços no rio.

No passado, como ainda acontece nos dias de hoje, os pequenos produtores rurais são, ao mesmo tempo, criadores e agricultores. Criam animais e praticam a agricultura de subsistência e, assim, uma atividade complementa a outra. A agricultura fornece produtos, restos da plantação e subprodutos como a palha e o sabugo do milho, a casca do feijão e da mandioca, etc., que servem como alimento para a criação, por ocasião da estiagem e, por outro lado, a pecuária fornece os animais de tração para o cultivo da terra e para o transporte de pessoas e de mercadorias.

Quanto à pecuária do município, os dados existentes sobre os rebanhos são os seguintes:

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O texto foi extraído do livro Boa Saúde: Origem e história escrito por José Alai e Maria de Deus. Algumas imagens são dos blogs que José Alai mantinha. O objetivo dessa postagem é tão somente conservar nossa história.

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